segunda-feira, 2 de outubro de 2017

ABRE





Abre os olhos, desperta;

Abre os ouvidos, abre tua porta:

É o amor que chama e sou eu

Quem o mostra a ti.




Abre a janela de teus seios;

Abre tua blusa;

Abre teu vestido sobre teus rins;

Abre para que te possamos ver.




Abre ao meu coração teu coração repleto

Eu irei beber em tua boca!

Abre tua camisa de linho:

Abre para que te possamos tocar




Abre tuas cortinas:

Abre teu leito para nele eu te jogar

Que ele vai queimar sob tuas costas

Abre a arena




Abre teus braços para me enlaçar:

Abre teus seios para que neles eu repouse;

Abre ao furor de meu beijo

Teus lábios cor-de rosa!



Abre tuas pernas, aperta meus flancos

Em teu corpo branco e liso;

Abre teus joelhos trêmulos...

Abre tuas coxas




Abre tudo o que se pode abrir:

Dentro dos quentes tesouros de teu ventre

Eu invadirei sem me cansar

O abismo onde eu entrar.





Edmond Haraucourt (Sire de Chambley)

sexta-feira, 23 de junho de 2017

MASTURBAÇÃO



              


              

Eis o centro do corpo

o nosso centro

onde os dedos escorregam devagar

e logo tornam onde nesse

centro

os dedos esfregam - correm

e voltam sem cessar








e então são os meus

já os teus dedos







e são meus dedos

já a tua boca







que vai sorvendo os lábios

dessa boca

que manipulo - conduzo

pensando em tua boca







Ardência funda

planta em movimento

que trepa e fende fundidas

já no tempo

calando o grito nos pulmões da tarde







E todo o corpo

é esse movimento

que trepa e fende fundidas

já no tempo

calando o grito nos pulmões da tarde







E todo o corpo

é esse movimento

em torno

em volta

no centro desses lábios







que a febre toma

engrossa

e vai cedendo a pouco e pouco

nos dedos e na palma.





Maria Tereza Horta

quarta-feira, 14 de junho de 2017

OLHOS COR DE MEL






(Para os olhos de Ana Beatriz) 



Teus olhos cor de mel

Brilhando de luz delicada

Senti teu desejo por mim

Provei dos teus lábios

Sabor de pecado e prazer

Devagar fui te descobrindo

Na maciez de tua pele

Passeei por seus belos seios

Senti tuas coxas e pernas

De encontro às minhas

Com carícias tensas 






Aos poucos fui te descobrindo

Teu sexo úmido procurado

Por meu sexo duro de desejo

E no abismo entre tuas coxas

Quentes a deslizar enfiei

Minha lança dura de prazer

Gemias sob os beijos gemias 

E a me espremer ias mexendo

Quadris e sexo em ritmo lento

Minha lança agora prisioneira 




O gozo pleno, veio em ondas

Senti teu grito no meu sexo

Explodi em jorros de prazer

Inundando tuas entranhas

Eu esvaído em gozo lá no fundo

Meu doce leite inundava

Tua fenda rósea, escorrendo-te

Entre as coxas, branco sêmen.



Joél Gallinati Heim





quinta-feira, 8 de junho de 2017

O MÉDICO E A PACIENTE - A CADEIRA ERÓTICA







Havia algum tempo, Ana levava a sério o tratamento recomendado por seu médico, por quem estava loucamente apaixonada, apesar de não vê-lo com a frequência que desejava. 



Quase todos os dias recebia do médico carinhosas mensagens e sempre se referia aos seus encontros como os mais gostosos de sua vida. 



Da última vez que se viram, foi na consulta em um tórrido encontro e uma verdadeira explosão de orgasmo, e ele havia prometido que na próxima oportunidade eles iriam a um lugar mais confortável, do que uma poltrona de consultório. 



Ele gostaria de desfrutar das delícias de Ana em uma cama gostosa, cheia de muitos beijos, ou quem sabe, numa banheira de hidromassagem com tempo suficiente para se amarem várias vezes. 



Ana havia sentido, que seu médico era um homem vigoroso e se tivesse mais tempo, não lhe deixaria sair de onde estavam sem gozarem algumas vezes. 



Só de pensar Ana já se sentia molhada de prazer. 



Ela esperava que ele a convidasse mais cedo ou mais tarde para um programa, digamos, decente. Alguma coisa que pudesse chamar de um programa mesmo, e não uma trepadinha rápida em seu local de trabalho. 



Já havia chegado em casa, depois de um dia de trabalho, e havia tomado um banho morno e estava com muita vontade de fazer amor com seu médico. Lembrava de todos os momentos que esteve com ele e da forma minuciosa que ele havia lhe examinado, introduzindo a língua em sua boca, em seus ouvidos em sua vagina molhada, de cada lambida em seu corpo em seus seios em suas coxas. Era tudo uma loucura quente e deliciosa sentir aquele homem lhe dando tanto prazer. 



Lembra-se muito bem quando ele disse que gostaria que ela lhe examinasse, sentando-se em sua cadeira de descanso, e Ana pois-se a, detalhadamente, examinar cada palmo do seu corpo, com as mãos e com a língua, tirando parte da roupa e apalpando seu corpo inteiro, e lambendo cada pedaço de carne descoberta até chegar ao seu membro e sugá-lo com doçura, como se estivesse tomando o néctar dos deuses, e via o homem em êxtase. 



Enquanto relembrava todos aqueles momentos, Ana estava se masturbando bem gostoso, lembrando de quando ele enfiava a lingua em sua boceta molhada, pedindo pra que olhasse e não esquecesse daquela cena, quando ouviu uma mensagem no seu celular. 



Era o médico. Dizia o seguinte. Hoje estou livre, não tenho cirurgia, que tal nos encontrarmos bem do jeito que queremos? 



Ana não sabia se gozava ou se respondia a mensagem. Resolveu imaginar a cena e ali mesmo exercer seu poder de fêmea no cio teve um tremendo orgasmo, lembrando de tudo que havia sentido e de tudo que pretendia sentir, nos braços do seu homem. 



Logo que se acalmou Ana tomou o celular e respondeu. Onde e quando? O médico respondeu em seguida, hoje, no Hotel Windsor, às 19:00 em Copacabana. Já estarei por lá pois estou em um congresso, é só anunciar sua presença na recepção. Ana morava quinze quilômetros dali e seria rápido chegar por lá. Ela respondeu. Combinado. Estarei lá e te farei sentir muito prazer. E ele respondeu: Farei o mesmo. Estou com saudades de você. 



E assim Ana passou as duas horas restantes se preparando para o encontro. Mais molhada do que já estava, era impossível. Tomou banho novamente, vestiu-se e seguiu para Copacabana. 



Chegando lá, perguntou pelo médico na recepção e foi levada para o bar do hotel, onde ele já estava à sua espera. Olá minha querida, hoje vamos fazer diferente. Não há pressa, e espero que também não tenha horário de chegar em casa. Ana cumprimentou com um beijo delicado e os dois sentaram. O médico pediu um vinho e algumas entradas. Depois que comeram e já estavam mais relaxados ele estendeu o cartão magnético sugerindo que Ana o acompanhasse e assim ela o fez. 



Assim que chegaram no quarto, não houve tempo para o reconhecimento da área. Ana e o médico estavam totalmente possuídos de tesão. Ele a jogou na cama com firmeza e ao mesmo tempo com delicadeza e foi lhe beijando todo o corpo, como se estivesse com sede dele. 



Ana o deixou brincar assim, afinal, havia algumas horinhas já havia sentido um grande orgasmo pensando naquelas cenas e resolveu deixa-lo brincar à vontade enquanto acumulava o maior tesão. 



Ele estava de pau duro e pediu que Ana o acariciasse, então, Ana começou a brincar com as mãos, e a beijar, e chupar seu pau com muita vontade, e enquanto isso ele a tocava nos seios e na vagina, com os dedos, e ela ficava cada vez mais excitada. 




Observou que no quarto havia uma cadeira erótica, e pediu que ele sentasse lá, e ele obedeceu. Na posição que ele estava, seu membro estava duro como uma rocha e enorme, pulsando de tesão, e Ana aproveitou esse momento para sentar-se de costas sobre ele, cobrindo-o inteiro, e o médico ficou encantado, com aquela imagem deliciosa, olhando seu pau penetrar as carnes e começou a acariciar sua bunda, e ela pediu pra que ele lhe desse palmadinhas e ele obedeceu com prazer, e Ana ia se mexendo sobre ele, e ele agarrado em suas ancas fazia Ana cavalgar, levando-o à loucura em movimentos ritmados e firmes, e se perdia naquelas carnes gostosas, molhadas e quentes e Ana gemia gostoso, e chamava seu nome, e pedia que ele a fodesse gostoso, e pedia que lhe desse muito prazer, e pedia que gozasse dentro dela e lhe desse muito leite, bem quente, e mais uma vez ele obedeceu, e ela, é claro, gozou muito, junto com seu médico. 



A cena, ao mesmo tempo que erótica era poética. E assim foi, mais uma consulta do médico e a paciente. 







Valentina Fraga




segunda-feira, 5 de junho de 2017

SEM GUARDA À PORTA...



            



               

Sem guarda à porta, com os batentes escancarados, ó Lésbia,

é que te apraz fazer amor, acto que nunca escondes.

Dá-te mais gozo um espectador do que um amante,

e não te dão prazer os prazeres que se ocultam.

Até a meretriz se esconde, corre a cortina e fecha a porta,

e nem por uma greta se vislumbra o interior do prostíbulo.

Aprende a ter pudor ao menos com Quíone ou com Íade:

até um túmulo serve para esconder tão reles putas.

Acaso te parece excessiva a minha censura, Lésbia?

Acho bem que forniques, em público é que não!







Marcial

quinta-feira, 1 de junho de 2017

QUERER

               


              



Quero massagear o teu corpo,

Como se te prestasse um tributo de paixão.

E com minhas mãos, como que num ritual,

Percorrer-te todos os caminhos

E dele extrair a chama da combustão.

E cheirá-la por inteiro,

No ardor de farejar o âmago de tua alma fêmea.

E beijá-la voluptuosamente e com meus lábios

Sorver o suor ensandecido de teus poros

Quero, então, corpos unidos,

Dançar ao som de teus gemidos e sussurros

A dança terna e alucinante do amor.





José Eduardo Mendes Camargo

sexta-feira, 26 de maio de 2017

FANTASIA DE NATAL: PAPAI NOEL E A NINFETA!







A única garotinha exemplar em toda a classe era eu, uma garota boazinha ajudando o bom velhinho de barba branca (velhinho? será?), roupa vermelha.






A meu pedido ele foi entregar meu presente na minha sala após o todos terem ido embora. Eu estava com uma sainha de pregas preta, blusinha branca de colegial, meias 3/4, sapatilhas pretas e maria chiquinha.





Com a sainha tão curtinha que dava para ver as polpas de minhas nádegas debaixo da calcinha branca de rendinhas…






-Hô Hô , minha garotinha, Feliz Natal..



-Eu fui uma boa criança, não fui Papai Noel…



-Bom minha filha, ouvi dizer que você foi uma menininha muito levada …



-Eu levada Papai Noel? Mas sou tão boazinha…- respondi fazendo biquinho.







-Papai Noel sabe, por isso vim conferir pessoalmente…



-Estou aqui Papai Noel, o que o sr. quer que eu faça?



-HUMMM…



-Faço tudo que o senhor pedir, Papai Noel…



-Tudo?








-Tudinho…Vou provar para o senhor. que sou uma garotinha obediente…



-Já estou gostando de ver, por isso vou te dar um presente..



-Presente? Adoro presentes..



-É uma bengala mágica…



-Bengala mágica?



-Sim ela vai fazer você ver estrelas…






-Nossa que legal, adoro estrelas…O que tenho que fazer para ver as estrelas?



-Primeiro você tem que tirar toda a sua roupinha…



Tirei a roupa, enquanto aquele velhinho de barba branca me olhava como um gato que ia comer o canário, entrei no jogo dele.



-Agora minha menina suba no meu colo.



Ao olhar para o seu colo, seu pau já estava para fora da calça vermelha; duro e grosso.






Subi em seu colo. Quando minha bundinha roçou a ponta do cacete que parecia uma cobra, ele começou a esfregá-lo por toda minha xoxota e cu fazendo-os piscar de tesão.



Fiquei molhadinha com aquele trabuco entre a minha buceta e o cuzinho…



-Papai Noel tá tão quentinho….- e comecei a fazer movimentos de ir e vir no pau duro e grosso que me fustigava.



-Hô Hô minha menina é que ele está aquecendo para receber você. Agora lembre-se você tem que fazer tudinho que o Papai Noel mandar…






-Sim senhor…



-Esta é a bengala do Papai Noel, senta nela que você vai ver o universo cheio de estrelas…



-Ah Papai Noel, mal posso esperar…já estou sentando.- E então desci meu corpinho e senti sua bengala quente e dura deslizar pelo meu cuzinho.



-Hô Hô, desce mais….



-Ahh! O senhor, quer mesmo, Papai Noel?



-Sim quero…desce mais, desça ma….uhhhhhhhhhh






Sentei no cacete dele o máximo que pude, coube tudinho, pois sentia minhas nádegas tocarem os testículos dele…



-Ahh garotinha obediente… ahhhh…Hô Hô bem obediente…-ele estocava fundo dentro do meu cu que apertava seu pau.



-Prontinho e agora Papai Noel?



-Agora voce vai polir a minha vara, enfiando esse rabinho apertado nela, Sabe como é?



-Pra cima e pra baixo? – perguntei.



-Isso menina prá cima e prá baixo.






Desci minha bunda com vontade; subia e descia até que todo o seu volume desaparecesse dentro do meu cuzinho.



Subi de novo …



-Isso garotinha, agora mais rápido pra limpar bem a bengala do Papai Noel….



Desci e subi ao ritmo das mãos dele que me erguiam e me puxavam vigorosamente.



- Isso vai lustrando a minha vara, vai…



- Ui Papai Noel..ahh…



- Ahh Garotinha boazinha…uhummmmm..mais….garotona…






- Sou , né? Vai enfia de novo o pau nesse cuzinho, vai… Uhhh, todinho Papai Noel tudinho… Agora quem subia e abaixava rapidamente era eu.



Comecei a suar, sentia as gotas escorrendo entre os meus seios, minha barriga ardia de prazer, sentia a bengala dele emitir faísca de desejo.



- Vai, ahhh… Sim Papai Noel, ui que vara linda!



- Hô Hô, minha garotinha a mágica já começou?



- Sim Papai Noel, estou vendo um bocado de estrelas, Ai!Ai! Nossa…tantas estrelas..




- Então vem logo, vem esfrega mais garotinha gostosa, esfrega o meu pau mágico, vai..



- Esfrega pra ver todas as estrelas do universo…



- Sim Papai Noel,oh!



- Tá vendo?






- Sim, tô…eu senti seus espasmos em ondas sucessivas…Ahhh… sentindo aquele creme leitoso e quente dentro do meu cuzinho.



- Como eu me sai?



- Voce foi uma menina bem comportada…



- Mas tenho que fazer todos os testes não?



- Sim ainda temos mais uns testes.






Inclinei meu tronco para trás, sentada ainda em seu colo, enquanto seu esperma ainda escorria por entre minhas pernas e senti suas mãos grandes em meus seios bolinando-os.



- Humm que peitinhos bonitinhos tem a minha garotinha…Vou fazer um teste com eles mais tarde.



- Qual vai ser o teste?



- Hô Hô está com pressa, minha linda? A noite é uma criança!



- Papai Noel… Papai Noel tem mais mágica, não tem?






- Agora voce vai tomar um belo sorvete…



- Oba, adoro sorvete. – respondi batendo palmas…rsrs



- Voce vai deixar a bengala do Papai Noel limpa e brilhando…



Olhei aquele pau que ao ficar excitado não ficava reto, mas fazia uma curva para cima e já estava duro.



- Eu adoro sorvete, o senhor vai ver.



Comecei lambendo -o pelos testículos, enquanto chupava o seu saco, molhava-o propositadamente com a saliva fazendo-o ficar lustroso.






- Não deixei nenhum vestigio do creme leitoso que havia escorrido em sua bengala…



- Garotinha tá com fome…



- Sim Papai Noel, morrendo de fome… – peguei na ponta do pênis dele como se apanhasse um prêmio. De joelhos peguei seu pênis com uma das mãos e enfiei todo o volume de uma só vez em minha boca…



- Hô… Hô… que garotinha… gulosa!..ahh- ele estremecia e gemia de prazer. Seu rosto suava.



Enquanto isso eu chupava aquele pau curvo com todo cuidado para não me engasgar, minha boca estava toda lambuzada de creme e sentia que novamente ele estava louco para jorrar mais em cima de mim.






- Pronto Papai Noel comi tudinho.



- Hô Hô…estou orgulhoso de voce minha garotinha…Agora vamos para o teste final.



Olhei para o Papai Noel toda animada.



- Qual é o prêmio? Qual é o prêmio?- enquanto perguntava toda animada, meus seios macios, brancos, médios e de bicos rosados pulavam suavemente.



Os olhos por trás da lente, a boca entre o bigode e a barba brancas, me respondeu



- Eu, Hô-hô-hô…- Vamos ver se você é uma garotinha séria.






- Eu sou, Papai Noel…quer dizer, só não sou séria na hora de brincar.-



- Mas agora voce tem de ficar séria, meu doce! -Faz parte do teste..Você não vai poder rir.



- Ah, nem um pouquinho…



- Não.



- Um tantinho assim? mostrei um espaço minúsculo entre o polegar e o indicador da mão direita.



- Nada, nada. tem que ficar séria enquanto durar a brincadeira.



- Está pronta?



- Sim, Papai Noel…





Eu me encontrava em pé no meio da sala. Ele se aproximou foi até as minhas costas e passou um dedo nela do início da minha bundinha até a base do pescoço. Um calafrio gostoso me percorreu e quase ri.



- Shh! Não pode rir. Tem que me provar que é uma menininha séria.



- Sim Papai Noel.



Ele me olhou sério.



- Levante uma perna.





Eu dobrei a perna para trás com a palma branca do meu pé para ele. Seus dedos começaram a fazer cosquinha ali. Mordi os lábios, suei frio, mas não ri. Senti uma penugem de algodão roçando na palma de meu pé. Era a barba dele e depois a língua. Ele a enfiou entre meus dedos e eu quase ri.



O bom velhinho desceu minha perna , levantou-se e veio ficar de frente para mim. Olhou bem nos meus; olhos sério. Algo me dizia que ele estava rindo de mim. Ele chegou seus lábios perto dos meus e sem me beijar ou abrir a boca, deslizou-os pelo pescoço, passando entre meus seios deixando os biquinhos rosados durinhos e excitados.



Ali ele parou, movimentou a cabeça, desenhando um círculo no meu peito, cofiando a barba no mamilo. Os pelinhos da minha nuca se eriçaram excitados. A barba seguiu abaixo chegando na minha xoxota depilada, chegando ao redor dos meus grandes lábios. Ali a boca do Papai Noel se abriu, sua língua se atirou contra a minha vulva como uma flecha. Foi tão rápido que o susto me desorientou. Lambuzou-me toda com sua saliva fria. A língua fazia linhas de cima para baixo e para os lados. Ele sabia muito bem o que fazia.






- Uhummm… – soltei um suspiro quando ele começou a forçar a ponta da língua para dentro da vagina como um saca-rolhas. Estava encharcada de suor e pronta para me soltar tão logo ele terminasse. A língua dele continuou selvagem e intransigente, tocando as pontas dos grandes lábios, cobriu todo o comprimento da minha racha tentando uma penetração em todos os pontos possíveis. Suas mãos faziam cócegas da base da minhas costas até minhas nádegas. Eu mordia o lábio segurando o tesão, por alguns rápidos instantes, ele alojou a ponta da sua língua dentro da minha vulva, retirou a língua e lambeu como se fosse um néctar dos deuses.Deu um último beijo, levantou-se, olhou dentro dos meus olhos e sorriu satisfeito.



- Pode descansar minha garotinha… Você provou que é muito boazinha…Agora Papai Noel é todo seu…todinho….






Ele tirou seu disfarce, não mostrou o rosto, ficou com a barba e o bigode. Deu para ver que o físico era de um homem forte, mesmo assim com o óculos, a barba branca e o bigode não deu para precisar sua idade, o caralho ereto e de prontidão. Eu só pensava em ter aquela tora curva dentro de mim, me preenchendo com toda a sua rigidez.



-Papai Noel quer te fuder inteira, sua garotinha tesuda!



Nossos corpos se encontraram, ele era mais alto do que eu. Senti seu pênis se apertar de encontro ao meu ventre.



- Então vem me fuder, fode tudo o que você não pôde com a Mamãe Noel.



- Ah é? Te fodo toda,é?



- É…



- O Papai Noel aqui tá a perigo…hô-hô…






- Então vem apagar o meu fogo…- passei a ponta da minha língua nos lábios já ressequidos de tesão, imaginando aquele homem forte, experiente, de fantasia de Papai Noel fudendo minha buceta rosada e molhada de tesão.



Fico molhada facilmente.



- Vou te comer toda, garotinha levada.



- Come…enfia esse caralho na minha xoxota, já!



Ele me beijou, minhas unhas passearam pelas suas costas arranhando-o.






- Ai garotinha marota.- me abraçou. Aproveitei abraçando-o também e me pendurei em seus quadris com minhas pernas abertas. Ele me carregou até a cadeira da professora. Sentou-se e eu fiquei ereta em seu colo.Sentindo seu pau esfregando minha buceta.



- Esse caralho curvo tá pronto pra mim?- mordisquei sua boca. Com um gemido ele me respondeu:



- Tá assim desde o começo. Tá louco prá te mostrar tudo o que ele tem.



- Hummm então vem …me fode, Papai Noel..






Ele me beijou enquanto eu rebolava com a bundinha empinada e sua glande esfregando na entrada da minha buceta,seu dedo cutucando com delicadeza meu cuzinho apertadinho. Agarrou meus cabelos me dando um beijo enquanto estocava sua língua dentro de minha boca como um pau dentro de uma buceta.



- Enfia esse caralho em mim, vai…



- Vou te comer toda, menininha…Uhh…- Enquanto ele subia para me penetrar, eu descia para envolvê-lo dentro de mim. Minhas pernas estavam penduradas em suas grandes coxas.



- Vai enfia…fundo..vai..ahhhhhhhhhhhhhh…que delíciaaaaaaaaa…ahhhhhhh



- Que gostoso, safadinha…uhummm



- Enfia tudo, vai…AHHH…AHHHH…Uhhhmm… me come… me come..






- Isso, deixa eu te foder…



- Assim enfia esse pau todo. Deixa eu te engolir!



- Vai tesudinha…vou te comer todinha…



- Come..ahhh..come..ahh..ahhh.



- Esse caralho quer jorrar na tua buceta…- Posso jorrar dentro da tua buceta?



- Solta essa fera curva dentro de mim…uuui






- Aahhhhh……Aahhh…



- Me come.. me come….Papai…Noel…tesudo….Oh….Ahhhhhh… me engole toda com esse pau gostoso.



- Vou te comer safadinha…Vou jogar esse leite dentro de ti. Vou te mostrar essa força toda!



Suas mão estavam presas aos meus ombros e seus braços pregados em minhas costas como um colete. Ele me penetrava mais rápido, ensandecido.



- Gostosinha, eu te fodo toda…Vou te comer toda, gostosa!



- Vai, me fode. me come toda Papai Noel.



- Vou te comer daqui até o Polo Norte! Uhhh…



- UUi Goza, jorra essa porra dentro de mim…



- Vou gozar tudinho dentro de ti,ahhhhhh…



- Vai…Aaahhhhhhhhhhhhhh…maisssss….ahhhh….






Seu último gemido foi quase um grito,a voz mais grossa pelo prazer do gozo. Seus movimentos rápidos pararam.Ele estava com a bunda erguida da cadeira e todo o seu volume dentro de mim. Sentia suas bolas quase entrando. Senti o fluxo de esperma explodir dentro de mim.



- Ah que gostoso! Gostoso demais!! -eu gemia, suspirava e minahs unhas o arranhavam.



Ele arquejava, deixando jorrar para fora os últimos fluxos de esperma. Eu o deixei penetrar-me no ritmo dele.






Ao final, dominei-o e fiz movimentos rápidos para que eu mesma atingisse meu orgasmo latente, poucos instantes depois.



- Uhhh! Uhh! Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh. Uhh gemeu ele me acompanhando. Minha boca se fechou num biquinho de prazer e ele relaxado, cerrou os olhos que era puro desejo.



Beijava minha boca, o bico dos meus seios, enquanto meu mel se misturava com o creme dele.



- …AHHHHHHHHH gemi na saideira.



- Que gostoso, garotona…



- Feliz Natal, Papai Noel- meu corpo ainda trêmulo, suado, minha buceta molhada com o seu esperma e meu gozo.



- Hô, Hô, minha garotona…



- Que todos os seus Natais sejam felizes…



E retirando o resto da sua fantasia de Papai Noel… dei um sorrisinho sacana para aquele, homem alto, de cabelos e olhos esverdeados e um sorriso maroto; ele que me encantava cada vez mais por encarnar minhas fantasias!





Ayesk@